conto da vida real 3

– Seis da tarde.
– Então eu te espero.
garçom balançou a cabeça, entregou pedido e saiu. Regina olhou para a amiga com olhar de espanto :
– Ei, que você está pensando em fazer ?
-Isso mesmo que você imaginou. Agora é só sexo. Ele não é um gato ?
– Mas você não sabe se ele quer sair com você.
– Querida, eu vou pagar motel, vou fazer sexo e nada mais. Qual homem que não aceitaria ?
– Só quero ver. Depois me conta.
Ficaram bebendo até ás seis da tarde. Julieta e Regina saíram primeiro. Despediram-se. Julieta esperou garçom e logo convidou para esticar a noite no motel. Ele aceitou entre desconfiado e constrangido.
Já no quarto do motel, ao ver garçom nu, ela sentou-se na cama e começou a chorar pensando no noivo. A imagem do ex ia e voltava na cabeça dela, como se fosse uma cena de novela.
Espantado , rapaz perguntou motivo do choro. Entre soluços , ela respondeu :
– Tá doendo.
– Então vamos embora ?!
– Tá bom.
garçom ligou a televisão e ficou assistindo em silêncio. Vinte minutos depois, Julieta adormeceu.
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Como sempre fazia, saí do apartamento me ajeitando. Coloquei tênis no elevador. Cheguei à garagem e procurei na mochila a chave do carro. Joguei minha mochila de estimação no banco de trás e enfiei a chave na ignição. Girei e dei a partida. Estava indo pra casa do meu melhor amigo. Aniversário de 35 anos. Jonas era bem casado há cinco anos. Ao contrário de mim. Aos 33, continuo solteiro e feliz. Tive poucos namoros sérios, uns três, e vários casos. As mulheres me fascinam, me adoram , mas me chamam de problemático. Devo ser. Não consigo manter relacionamentos a longo prazo. Não sei se problema é meu, ou delas. Talvez seja ciúme. Mulheres são muito ciumentas. Detesto ciúme e quando sou cobrado, tenho crises de ansiedade. Não demoro muito a trocar uma pela outra. Talvez seja por isso, que eu estou cada vez mais entediado, amorosamente.
Cheguei a casa de Jonas meia hora depois de vários sinais fechados e interessantes digressões. Não gosto de festas. Muito sorriso falso e pouco calor humano. Mulheres com roupas mínimas, cabelos esvoaçantes e coloridos e bocas vermelhas e desfrutáveis. E claro, melhor, amigos e bebidas. É que me conforta. Não, não sou machista e nem é minha intenção denegrir a imagem do sexo feminino. Sou mesmo é entediado.
Fui recebido por Jonas e percebi assim que pisei na sala, olhar devastador de uma morena alta, de cabelos lisos e longos. Apesar do meu ar blasé, faço sucesso com as mulheres. Sou bonito Pense num homem bonito. Sou exatamente como você me imaginou. Além de bonito, tenho um olhar distante e misterioso. Enlouqueço as mulheres com meu charme. Distribuo carinho , atenção e um bom sexo. Mas minha empolgação tem prazo de validade Um iogurte no supermercado ,em época de promoção, talvez seja mais vantajoso. Ou a tinta de uma caneta vagabunda.
Como disse antes, enjoo rápido das mulheres, aliás, de quase tudo. Vivo trocando de emprego, apartamentos, carros e não tenho paciência para digressões alheias. Ás vezes, nem as minhas Jonas aconselha-me dizendo que sou muito jovem para tanto ranzinismo. Mas não dá para me transformar em alguém que não sou. Nem faço questão de ser de outro jeito.
Voltemos ao aniversário do meu amigo.
Eu e Jonas trocamos informações e depois de cumprimentar alguns amigos, peguei uma bebida e fui para a varanda conversar com um colega da época da faculdade. Cinco minutos depois apareceu a morena de cabelos longos A do olhar devastador. Ela vestia um short jeans, sandálias de salto alto e uma blusa frente única. Fez questão de colocar os cabelos na frente e deixar as costas nuas, para mostrar a tatuagem da deusa têmis, imagem mitológica , representante da justiça.
Enquanto meu colega discursava, indignado, com a atual situação do país , eu me distraía com jogo de cintura da morena : por que fez questão de me mostrar a tatuagem ?” Talvez quisesse se exibir. Mostrar que era advogada. Inteligente. Engajada em alguma causa. Direitos Humanos. Quem sabe ? Agora é moda.
Talvez quisesse me dizer que não era vazia. Sabia conversar. Mulheres que sabem conversar são problemáticas. No início até gosto de ouvi-las. mas um mês depois ficam chatas e repetitivas Não param de falar. Desisti. Jamais sairia com uma mulher tatuada com símbolo da justiça. Sim, já me chamaram de machista Não ligo. Devo ser mesmo. Será pecado ? Se for, então sou um grande pecador. E se existe mesmo tal de céu e inferno, meu lugar no inferno estará reservado. Com certeza ao lado de mulheres bonitas.
Enquanto eu pensava, meu colega falava. Eu não prestava atenção. Só balançava a cabeça. Estava numa briga invisível com a morena. Ela se aproximava , com as costas nuas e eu recuava. Não estava interessado na tatuagem dela e se antes a achava bonita, depois de tanto se oferecer, perdi interesse. Dei uma de antipático. Chamei meu amigo para pegarmos uma bebida e me afastei. Mulheres oferecidas e atrevidas me causam tédio. Gosto da paquera sutil. Da troca de olhares. De sedução elegante. Sedução barata não me agrada. Ainda tentei mais duas paqueras. Uma ruiva com a pele cheia de sardas. Fumava e bebia muito. Detesto fumaça de cigarro.A outra era magrinha, cabelinhos pretos e curtos. Muito sorridente. Trocamos alguns olhares. Mas relógio deu sinal Três da madrugada. Hora de voltar para conforto do meu apartamento. Ligar meu ar. Esticar minhas pernas.
Saí sem me despedir. Jonas estava acostumado. Não iria reparar na minha ausência. Talvez a tatuada reparasse. Sentiu-se rejeitada. Não parava de me olhar. Passou por mim duas vezes e da segunda vez, esbarrou em meu braço, derrubando meu copo. Foi quando olhei relógio e decidi ir embora. Ao mesmo tempo que admiro as mulheres, me entedio fácil Minhas amigas feministas vivem me criticando. Levei todas elas pra cama. Nunca me apaixonei Até me esforcei. Fiz poemas Rimava palavras, olhando a chuva batendo no vidro da janela. Nunca saiu nada de bom. Não tenho talento para a poesia. Talvez tédio me paralise. Não sei. Não procuro saber.
Abri a porta do apartamento e me senti aliviado por estar seguro sem precisar ser agradável. Sim, sou fóbico. Tenho fobia a chatice. Lugares com muita gente e falatório além do suportável. Sinto-me mais confortável quando estou sozinho. Em paz.
E assim fiquei.
Banho tomado, deitado na cama, luz do abajur acesa, pernas esticadas, peguei um livro na mesa de cabeceira, entre vários que aguardavam na fila. Escolhi um de Freud, A interpretação dos sonhos. Estava curioso. Nos dois últimos meses sonhava muito com castelos e bosques. Era um sonho repetitivo e chato. Acordava sufocado. Como se tivesse uma espada na minha garganta. Talvez a leitura me desse respostas. Poderia ser um desejo reprimido Quem sabe ? Ou uma raiva contida. Vontade de voltar à Idade Média Teria eu vivido outras vidas ? Ou sonho não passa de sonho e não tem explicação ?
Freud poderia me dar algum diagnóstico ?
Dormi na terceira página. Sonhei com um castelo no alto de uma montanha. Acordei com a garganta seca.

conto da vida real 2

– Esquece , meu pêssego. Fica na cama que vou jogar uma ducha no corpo e já volto.
A campanhia tocou. Moraes gritou do banheiro :
– Abre a porta , minha frutinha , deve ser a encomenda da padaria.
Elisinha enrolou uma toalha no corpo e abriu Ficou frente a frente com pai. Sales empurrou a filha com coração aos pulos. Tremia dos pés a cabeça. Entrou no apartamento gritando em total estado de alucinação :
– Cadê aquele filho da puta tarado ? Cadê aquele filho da puta que desvirginou minha princesinha ?!
– Papai…não é que senhor está pensando…calma ! senhor vai ter um troço !
Moraes chega na sala e tenta se explicar. É pior. Sales fica vermelho e dá um uivo ensurdecedor. Em seguida coloca a mão no peito e cai no chão enfarto é fulminante. Elisinha joga-se junto ao corpo do pai e transtornada agride Moraes com palavras :
– A culpa é sua ! Tarado ! Indecente ! Imoral ! Não quero nunca mais ver essa sua cara de rinoceronte !
Nunca mais se viram Moraes nem no enterro apareceu. Elisinha, para redimir-se, tornou-se beata Ajuda na missa das seis passando a sacolinha. Em casa, antes de dormir, ora devotadamente para resistir a tentação que lhe corroi a alma : os olhos azuis de padre Francisco despertam-lhe pensamentos libidinosos e sonhos eróticos.
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A capa do meu novo livro ” Conversando com espelho”.
Um romance policial eletrizante inspirado na vida de um ex-policial militar.
Você não pode perder. lançamento oficial será em Setembro.
Quem quiser curtir e obter mais informações sobre livro pode copiar e colocar no navegador ou quando estiver no facebook : ?notif_t=page_new_likes
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Janete desligou celular, suspirou e disse em voz alta :
– É terceiro. Para fechar a semana.
– Terceiro quê ? – gritou curiosa Ana Claudia, chegando da água
Janete, Ana Claudia e Inês estavam na praia de Ipanema num domingo ensolarado. Ana Claudia e Inês foram se refrescar no mar e quando voltaram, Janete desligava celular e pensava em voz alta.
Ana Claudia insistiu :
– Vou sair com um carinha hoje á noite para transar.
– Estou ouvindo bem , ou você falou que seria terceiro, só esta semana?
– Ouvindo muito bem
Janete ficou pensativa. E contou nos dedos :
– Terça eu saí com um lindo. Sexta com outro. Muito chato. homem chuchu. E agora vou sair com Luiz Marcelo. Conheci num restaurante no Centro da Cidade.
Inês fez cara de espanto :
– Primeiro me responde : que é homem chuchu ?
– É aquele que você come e não tem gosto de nada.
Ana Claudia esticou a canga na cadeira , colocou creme no cabelo e com ar de reprovação perguntou :
– Você não acha que com 32 anos está muito velha para dar uma de putinha ?
– Existe idade para ser puta ? E mesmo assim por que sou puta ?
– Saindo com três homens diferentes para ir pra cama em menos de uma semana ?
– Normal. Qual problema ?
-E a afinidade ?
– Tesão é afinidade, queridinha. Senti tesão pelos três Não é assim que eles fazem ? E são felizes !
– Mulher é diferente.
Inês balançou a cabeça concordando com Ana Claudia. Incentivada, Ana Claudia continuou :
– Você está virando uma mulher fácil. Isso não é felicidade. É desespero.
– Não enche Ana Claudia. Desesperada está você. Há quanto tempo não vai para a cama com um homem ?
– Seis meses. E daí ? Não morri.
– Tá esperando príncipe encantado ?
Inês fez uma pergunta, séria, franzindo a testa :
– E amor, Janete ?
– Sim Eu amo Roberto.
– Você está acostumada com Roberto. Estão juntos há três anos. Você sente tesão por ele ?
Inês olhou para mar e mexeu nos cabelos.
– Sinto. Mas não é mais importante.
– É mais importante, sim. Sem tesão , queridinha, não há relação.
– E só com tesão também não existe.
– Pelo menos existe sexo. Homem foi feito para ser consumido.
– E amor ? – Ana Claudia tornou a fazer a pergunta.
– Amor não existe.
– Como é que é ?
– Amor não existe Já diz um livro, que quem inventou amor foram os franceses.
– Não começa com filosofia , Janete. – disse Ana Claudia , irritada.
– Não é filosofia. Amor é coisa criada para vender livro meloso, filme chato e romântico, música porcaria… e vai por aí.
– Então você não amou Ricardo ? – Inês perguntou e olhou para ela esperando a resposta.
– Não. Se eu tivesse amado, ainda estaria amando. Sofri, mas passou. Agora eu quero curtir a vida e vocês estão enchendo a minha paciência.
– Queremos melhor pra você.
– melhor pra mim é sexo. Sexo é bom e faz bem para a pele. Homens adoram ser consumidos igual a um picolé em dia de calor !
– Eles usam camisinha pelo menos ? – perguntou Inês.
– Óbvio. Os homens que eu ando são potentes. Funcionam com camisinha.
– Vai acabar se machucando – disse Ana Claudia com ar de maturidade.
– Quem vai se machucar é você. Há quase um ano você espera para sair com seu vizinho Não percebeu ? Ele não QUER NADA COM VOCÊ Parte para outra ou então agarra logo homem. Viva a vida !
– Ontem ele pediu número do meu celular e disse que ia me ligar.
– Ele pode até ligar, mas só vai querer uma coisa : sexo. É só sexo. Ninguém gosta mais de ninguém. Amor virou objeto de consumo. Alias, amor, não existe. É tesão Sexo.
– Você está muito recalcada – disse Inês.
– Recalcada são vocês Eu estou aproveitando a vida. Tenho excesso de tesão.
– sol fritou seu cérebro ! – rebateu Ana Claudia.
– cérebro não tem problema. Desde que deixe a xoxota inteira. Tesão eu tenho de sobra. Acho até que vou escrever um ensaio filosófico sobre tesão. Que acham ?
– Sem graça.
– Não vão brigar , né ? – disse Inês atendendo celular e fazendo voz doce.
– Hum já sei até quem é…. – riu Janete.
– Ela ama, né Janete ? Não é avulsa que nem você.
– Tá bom, Ana Claudia. Ela ama e eu sinto tesão. Tô indo. Vou me arrumar para mais tarde aproveitar. Ficam vocês aí.
– Vai..mas usa camisinha.
Inês desligou celular :
– Ué, já vai ?
– Já. papo moralista de vocês duas me deixou com estômago embrulhado.
– Espera. Vamos embrulhar mais ainda estômago e pedir um sorvete. Que tal ?
– Boa ideia, quero de limão !
– Quero de chocolate ! Chocolate é afrodisíaco !
Depois da primeira mordida, Inês deu uma risada maliciosa :
– Então ?!!! Vamos brindar a vida por existir tesão !
– Viva tesão !
As três começaram a rir.
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– Fala, amiga, que aconteceu ? Fiquei preocupada com a sua ligação.
– Tá doendo.
– Muito,. E não tem remédio que dê jeito.
– Pelo menos almoça. Pediremos algo bem gostoso.
– Não sinto fome.
– Então é melhor suspendermos a bebida e procurarmos um médico.
– Quero beber. Talvez seja a única maneira de passar a dor.
– Com bebida ? Nossa !! Parece conversa de bêbado. Dá para me explicar que houve ?
– César terminou noivado.
– Terminou ? Ele bateu em você ?
– Não, né ??!!
– que eu posso fazer por você ?
– Nada. Ninguém pode fazer nada. É esperar passar.
– Não tem chance de voltar ?
– Tentei a semana toda…a outra.. mais a outra…
– Então jeito é esquecer.
– Não é tão fácil.
– Acredita que ele já tem outra ?
– Acredito.
– Toda mulher passa por isso.
-Eu não quero mais passar por isso. Tem horas que eu penso que ar vai me faltar.
– Não é melhor procurar um psicólogo ?
-Se você me garantir que eu vou procurar um psicólogo e a dor vai passar.
– Não existe garantia.
– Essa é uma dor que não passa com remédio. Nem como palavras. Só com a presença da pessoa.
– Sei…ou melhor, não sei. Nunca senti. Só quando Fernando terminou comigo. Depois, nunca mais gostei de ninguém.
– Melhor coisa. Gostar e depois ter que desgostar é sofrimento.
– É uma emoção boa.
– Você é masoquista. Não tem nada de bom no sofrimento.
– Veja pelo lado positivo. Da próxima vez você não se entrega tanto.
– Não terá próxima vez. Não quero mais gostar de ninguém.
– É uma ótima opção.
– É…só que ninguém manda no coração.
– Vou mandar no meu.
– Como não ? coração é meu. Agora é só sexo.
– Tá bom Não vamos discutir.
– Garçom, por favor, que horas você sai hoje ?

Conto da Vida Real

– Um filme….quer que eu troque de canal?
– Não…pode deixar. importante é estar ao seu lado.
Adormeceu abraçado a Maria do Carmo. Pela manhã foi acordado com café na cama :
– Nossa, quanta mordomia ! – brincou
– Fazemos 18 anos de casados hoje! Esquecidinho, né ?
Combinaram jantar no restaurante preferido de Maria do Carmo. Souza amava a esposa. Mas também amava Luzineide. As duas completavam. A esposa era porto seguro. Luzineide lado selvagem e irresponsável. Só que agora a amante pressionava. Não saberia escolher. A adrenalina da bigamia excitava. Escolher seria como amputar-lhe uma parte do corpo. Continuou visitando Luzineide às quintas-feiras, sem pensar em prazo. Estranhamente, ela estava mais carinhosa :
– Pra mim perfume ?
– Presente de aniversário de casamento. – Luzineide ironizou.
– Mas que é que eu vou dizer em casa chegando com esse perfume ?
– Diz que é presente de um cliente. Quando você quer, você sabe mentir.
Passou a ganhar toda semana, roupas e cuecas novas. Luzineide queria que as roupas ficassem na casa dela, para quando ele se mudasse definitivamente.
A esposa também lhe agradava com docinhos, comidinhas especiais e cócegas nos pés. Vaidoso, aceitava carinho e sentia-se maior amante do mundo. As mulheres disputam meu amor.” – Pensava Encontrara, enfim, a vida sonhada por todo homem” – Acreditou.
Quando prazo dado por Luzineide terminou, ela exigiu uma resposta. Souza disfarçou. Mas ela foi enfática :
– É tudo ou nada : ou eu ou ela ?
– As coisas não são bem assim…..você está se precipitando…
– Eu estipulei um prazo, Souza. Quero a resposta.
– Estamos felizes assim. Você nasceu para ser amante. Tem dom. traquejo.
– Isso é um deboche Nenhuma mulher nasce para ser a outra. Responde !
Colocado contra a parede, escolheu não escolher Com raiva da apatia do amante, expulsou- aos gritos :
– Quem vai decidir essa situação sou eu ! Você vai ver ! EU !
Depois de uma noite insone, colocou as roupas de Souza em uma mala, e foi até a casa dele. Tocou a campanhia decidida Maria do Carmo atendeu distraída. Surpreendeu-se com Luzineide, que a empurrou e entrou na casa gritando :
– Tá vendo essa mala aqui ?
Maria do Carmo manteve-se calma :
– Sim, que é que tem ?
– São as roupas do SEU marido.
Abriu a mala e jogou tudo no chão :
– Tá vendo ? As roupas que ele usa quando vai lá em casa foder comigo…
Maria do Carmo olhava sem nada dizer. Luzineide falava compulsivamente. Contou que eram amantes há seis anos e que se davam muito bem na cama. Quando silenciou, Maria do Carmo fez cara de enfado e perguntou :
– Aceita um café ?
A amante bateu a porta e foi embora com raiva, sentindo uma ponta de inveja ao ver equilíbrio da outra. Nem bonita ela é” – pensou.
De noite, quando Souza chegou do trabalho, Maria do Carmo, numa calma cínica, mostrou as roupas :
– Hoje veio uma mocinha aqui muito nervosa e deixou essas roupas pra você…..
Souza ficou vermelho. Tentou se explicar. Gaguejou. A esposa sorriu vitoriosa :
– Não precisa me explicar nada. Aproveita e usa essa camisa bonita no aniversário do seu irmão amanhã.
– Não vai me xingar ? Me expulsar ? Não está aborrecida ?
– Você é meu marido ! Dorme todas as noites comigo. Ela é vadia. Mulher da rua.
E continuou a conversa tranquilamente :
– Olha só, até que a pobrezinha tem bom gosto !
casamento não ficou abalado.
Decepcionada, Luzineide passou a desabafar suas desventuras amorosas com uma vizinha que fora abandonada pelo noivo. A dor as uniu. Nas noites solitárias, consolavam-se.
Passada a raiva, ligou para Souza e contou que estava transando com a vizinha. Para irritá-lo, disse que a mulher era boa de cama Souza duvidou. Quis visitá-la. Luzineide aceitou. Durante trajeto, pensava excitado, que ter duas mulheres era bom, três, então, seria encontrar paraíso perdido. Deu um sorriso tarado e acelerou carro empolgado, pensando nas coxas grossas da amante.
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Cinco da tarde. Sexta-feira de um verão quente. Final de férias. Eu estava sozinha na praia, sentada em uma espreguiçadeira, com um livro entre as mãos Muitos banhistas se arrumavam para ir embora. A preguiça tomou conta de mim. Olhava mar e pensava que as férias tinham passado sem novidades. Apesar do verão me deixar excitada, andei bem calma sexualmente nas últimas semanas. Procurava uma aventura. Torcia para encontrar um homem que me livrasse do tédio. Pelo menos, por algumas horas. Os homens estavam tão iguais.
Foi então que eu vi. Caminhava em direção ao mar. Alto. Pele bronzeada. Pernas musculosas. Tórax torneado e barriga sarada. Um deus grego” – Suspirei. Olhava os movimentos másculos dele, respirando fundo. Ele mergulhou, deu algumas braçadas em direção às ondas e saiu da água sacudindo os cabelos. Na areia foi em direção ao vendedor de mate e aproximou-se de Meu coração disparou. Pensei em segundos : Seria a lei da atração funcionando ?”
Simpático, ele sorriu e puxou assunto. Falou sobre final do verão e do dia puxado no trabalho. Eu escutava e fazia charme jogando os cabelos. Ele sentou-se na areia ao meu lado e esticou as pernas. Os pés dele roçaram de leve nos meus. Senti um arrepio cheio de prazer.
Conversamos durante quase uma hora. Ficamos calados durante alguns segundos olhando para mar. Ele olhou a hora no celular e comentou :
– Quase sete da noite. sol está indo embora. mergulho me fez bem. Já vou. Obrigado pela companhia.
Fiquei sem graça. Queria pedir telefone. Flertar um pouco mais Decepcionada, dei um sorriso de reprovação.
Ele se levantou, limpou a areia da sunga, me deu dois beijos no rosto e saiu andando apressado Comecei a me arrumar para ir embora. Quanto vestia a saída de praia, senti alguém mexendo no meu cabelo. Era ele novamente.
– Desculpe, não sabia que também ia embora. Eu moro a cinco minutos daqui. Não quer me acompanhar ? Tomar uma cerveja no meu apartamento ? Um vinho….refrigerante….
-Aceito a cerveja.
Saímos da praia conversando como se fossemos velhos amigos. Quando cheguei até apartamento dele, já me sentia à vontade. Ele convidou-me para sentar no sofá , confortável e espaçoso, no meio da sala e abriu uma garrafa de cerveja. Voltou da cozinha com uma bandeja apetitosa de frutas e perguntou se eu topava fazer uma brincadeira.
Aceitei. Ele então vendou meus olhos e passou a massagear meu corpo com um óleo afrodisíaco. Primeiro os pés. Uma massagem relaxante e intensa. Depois subiu pelas coxas, passou perto da minha vagina e subiu pelo meu umbigo. Gemi de prazer :
– Assim você está me deixando louca. Que óleo é esse ?
– É um óleo mágico. Especial para mulheres especiais como você.
Fiquei em silêncio, enquanto ele massageava meus seios com as mãos fortes e ao mesmo tempo suaves.
Depois subiu e passou pela minha nuca, me virou de costas, tirou meu biquíni e subiu em mim enquanto massageava minhas costas e meus ombros. Pressionava seu membro de sunga por trás…
– Topa continuar a brincadeira ?
Naquela hora, eu toparia tudo. Então ele amarrou minhas mãos. Aquela sensação de escravidão foi me deixando excitada. Eu estava nas mãos dele. Olhos vendados. Mãos amarradas. Eu não tinha como sair dali. E não sentia vontade Queria mais brincadeiras com aquele homem lindo e desconhecido.
Ele colocou uma fruta na minha boca e disse :
– Se você acertar, escolhe um lugar do seu corpo para eu dar uma lambida. Se errar, quem escolhe sou eu , aceita?
– Já disse que aceito tudo com você.
A primeira fruta acertei. Ele disse então que eu a saboreasse enquanto ele continuava a massagem. Aquele jogo estava me deixando muito excitada. Eu esfregava meu sexo no sofá dele e ansiava por ele dentro de mim. Mas ele queria brincar mais. Pedi que ele lambesse minha nuca. Ele intercalou entre lambidas aceleradas e lambidas lentas.
Depois da primeira fruta, ele colocou outra fruta na minha boca e pediu que eu adivinhasse mais uma vez Errei. Era Framboesa. Ele então pediu que eu lambesse seu tórax. A brincadeira durou quase meia hora. Eu estava alucinada e excitada. Depois que ele passou mais óleo no meu corpo e me beijou com gosto de framboesa, Eu pedi que ele me penetrasse com os olhos vendados. Ele não quis. Disse que queria olhar nos meus olhos no momento do encaixe. Olhando dentro dos meus olhos, ele desatou os nós das minhas mãos e subiu em mim como um cavalo selvagem. Elegante e imponente. Os movimentos do corpo dele me deixaram em êxtase. Gozei duas vezes. Adormecemos nus e espalhados no confortável sofá.
Acordamos no início da manhã quando sol já entrava pelas frestas da cortina. Eu me ajoelhei no chão e comecei a chupá-lo vagarosamente. Ele abriu os olhos e ficou em silêncio. Olhava meus movimentos. Gozou silenciosamente. Mas eu não estava satisfeita. Aquele homem cheio de truques e ideias tinha despertado em mim um desejo incontrolável. Subi no sofá e comecei a me esfregar naquelas coxas grossas e rijas. Logo estávamos acesos para uma nova rodada de sexo. Por algumas horas, encontrei a verdadeira felicidade.
Passamos sábado comendo frutas, bebendo vinho e transando. Passava das dez da noite quando me despedi , com a promessa de um novo encontro. Trocamos os números dos celulares Ele me pediu que eu não demorasse a voltar.
Na segunda-feira voltei a trabalhar pensando naqueles momentos. A semana passou corrida. Muito trabalho pendente. Fina l de semana me deu saudades. Liguei pra ele. Celular fora de área. Resolvi ir à praia domingo e passar no prédio dele. porteiro me recebeu. Eu disse confiante que subiria até apartamento 603. Lembrei-me então que não sabia nome dele.
porteiro me respondeu que apartamento estava alugado por temporada e que na quinta-feira, inquilino que morava lá , havia devolvido as chaves para proprietário.
Saí do prédio com uma sensação de vazio. Desapontada.
Para me consolar , pensei : Quem sabe um dia ele não liga pra mim ?”
Embora soubesse que nunca mais iria vê-lo.
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Quando a filha de Sales abriu a porta , Moraes encantou-se com a beleza da jovem morena de 18 anos. Verificou com os próprios olhos que ela era tudo que amigo falara no escritório e mais alguma coisa. Um verdadeiro pedaço de mau caminho capaz de desvirtuar um homem de bem como ele : cintura roliça , pernas esculpidas em academia , olhos grandes da cor da jaboticaba e seios rijos que mais pareciam duas peras. micro-short deixou Moraes em transe. Porém, logo se recompôs, pigarreou e ainda embevecido falou :
– Como vai, boa tarde !? Você é a Elisinha ? Sou Moraes, amigo do seu pai , do escritório. Ele me convidou para almoçar…
Elisinha sorriu deixando os dentes branquíssimos à mostra e convidou- a entrar Quando passou por ela entorpeceu-se ao sentir perfume delicado de rosas :
– senhor pode sentar , por favor, papai já vem Ele tá na cozinha com mamãe.
Dois minutos depois Sales aparece sorridente com uma garrafa de cerveja na mão e a esposa do lado :
– Me dá um abraço , vamos comemorar sua visita. Até que enfim saiu de casa!
– Só você mesmo amigo para me tirar de casa.
– Essa é Divina, minha esposa, esse é Moraes ,meu companheiro de escritório que perdeu a esposa há dois meses
Depois das apresentações conversavam animadamente, quando Divina foi até a cozinha para olhar assado. Sales então, cheio de orgulho, comentou :
– Minha filha não é uma verdadeira princesinha ?
– É , e como. Uma moça muito linda.
– Elisinha é minha jóia. Uma preciosidade Sabe como é : única filha mulher, a caçulinha.
Durante almoço, sem que ninguém percebesse , Moraes lançava olhares maliciosos para Elisinha Impressionara-se com a beleza da morena e sentia raiva pelos 53 anos, que impediam de paquerá-la ousadamente dia passou rápido.
Durante a noite teve insônia. jeito meigo de Elisinha não lhe saía da cabeça. Achou que a empolgação adolescente eram os primeiros sinais de senilidade. Sales jamais poderia adivinhar-lhe os pensamentos. Seria uma carnificina.
Quase quinze dias depois da visita a casa do amigo , aborrecido com calor no apartamento, resolveu caminhar no calçadão da Avenida Atlântica Quando já andara dois quarteirões, avistou uma jovem com um micro-vestido que lhe chamou a atenção : acho que conheço aquela moça…sim…é ela..a filha do Sales….e está..não acredito ! Pegando homem no calçadão de Copacabana !!!!!
Aproximou-se. Ficou desconcertado ao ver que a linda filha do amigo levava vida dupla. Pega em flagrante, Elisinha falava baixo olhando para chão :
-Pelo amor de Deus seu Moraes , não conte ao meu pai que viu. Será um segredo entre nós dois…promete ?
– Mas seu pai precisa saber…isso é uma vergonha !
Como não conseguia convencer Moraes, protagonizou uma cena deprimente Ajoelhou-se no calçadão implorando com lágrimas nos olhos :
– Se papai souber que mato aula na faculdade para me prostituir é capaz de morrer do coração. que preciso fazer para senhor não contar a ele ?
Moraes lutou para tirar a idéia que lhe passara pela cabeça. Venceu a tentação. instinto. Com cuidado, pegou Elisinha pelo braço e cochichou-lhe aos ouvidos Ela topou com um sorriso malicioso nos lábios :
– Está bom no sábado ? Quatro da tarde ?
Moraes sacudiu a cabeça concordando e com os olhos brilhando saiu com coração aos pulos pelas ruas de Copacabana. Tinha certeza que perdera juízo, porém, uma maluquice de vez em quando – pensou – até caía bem para colorir a vida entediante
No sábado Elisinha foi pontual Quatro da tarde tocou a campanhia do apartamento de Moraes Passaram a se encontrar toda semana. Remoçou. Ironicamente, foi Sales quem notou a mudança :
– que aconteceu com você ? Parece que rejuvenesceu uns 20 anos. Até fica cantarolando sozinho….está apaixonado e não me conta nada ?
Moraes disfarçava com um sorriso de canto de boca :
– Impressão sua….é calor que me deixa mais corado.
Foi num sábado a tarde que tudo aconteceu. Elisinha e amante estavam abraçados na cama , quando ela desabafou :
– Meu pai anda estranho..pelos cantos…não fala direito comigo…será que desconfia de alguma coisa ?
– Como ? Impossível !!?. Nem na sua casa vou para não ser traído pelo olhar.
– Vai ver é coisa da minha cabeça…

Experiencia de uma acompanhante

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Quando era moleque sempre tive a curiosidade de saber mais sobre sexo. Eu ficava de orelhas em pé quando os outros moleques falavam sobre sexo. Era um tal de paulo
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Bom, me chamo Jeferson, moro em Curitiba tenho 35 anos e sou casado. Sempre gostei de aventuras, sexo casual, mas nunca pensei em sair com um casal. Certo dia estav…
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De onde estava podia ver a dança esquentar rapidamente. Ele já estava com as duas mãos nas costas dela, que abraçava com aquele ar de vagabunda que conheço. Se esf…

Virgens pinguim

continuando conto 21085.. Depois que Myrella gozou com meu pau espremido em suas coxas, resolvi que aquele era momento de atacar de vez. No final de semana..
Grupal Jean 16 de agosto de 2002
Eu tenho 39 anos, minha mulher 33, ela e´ uma delicia , tem seios pequenos , cintura fina, e uma bunda maravilhosa, de deixar qualquer homem maluco. Somos casados a..
oi!!! Espero que tenham gostado dos meus contos anteriores..se ainda não leu nao vai entender muito deste conto… Em primeiro lugar quero agradecer todos os e-mai…
Primeiro vou contar nossa historia: Somos um casal muito bonito, 33 e 29 anos que curtimos sexo de muitas formas. Pelo título dá pra notar que aconteceu nas duas…
Acabou a copa da Alemanha e apagamos aquela triste imagem da derrota,mas ficaram as lembranças maravilhosas da transa com Márcio no dia do jogo com Japão. Passa…
Heterosexual ArqueiroNegro
Prazer imenso estar aqui contando isso a vocês e ao mesmo tempo compartilhando experiências com pessoas que buscam aventuras gostosas e inesquecíveis. Bom, sou mili…
Heterosexual 1 de junho de 2004
tudo começo a 1 mes atras quando começei a trabalha no corpo de bombeiro. vou me descreve tenho olhos verdes e 1:80 de altura 65k um serto dia eu resebi uma ocorreçi…
Olá safadinho(a)s, Sejam bem-vindos novamente!
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História bizarra sobre deuses

Vocês já ouviram alguma história bizarra sobre deuses? E lendas que diziam que homens tinham pênis enormes com poderes sobrenaturais? É amigos, as vezes nós encontramos histórias nesse mundo que dificilmente poderíamos acreditar, mas que podem sim ser verdade. Já conhece a nossa matéria sobre os 5 deuses da morte, destruição e do submundo?

Fomos atrás das histórias de deuses e lendas que envolviam sexo, e nos surpreendemos com algumas histórias que nunca tínhamos escutado, e que temos a certeza que vocês também irão ficar surpresos. Conheçam também a nossa matéria sobre os deuses brasileiros: será que você conhece os seus deuses? Então, caros amigos, confiram agora a nossa matéria com as 6 histórias sexuais bizarras de mitos históricos:
1 – Indra, deus Indu com mil vaginas
Indra foi considerado rei dos deuses hindus. Muito parecido com Zeus, ele jogava relâmpagos nas pessoas e se disfarçava como marido das mulheres para que ele pudesse ter relações sexuais com elas. Indra cobiçou Ahalya, a esposa do Sábio Gautama, e enquanto ele estava fora, Indra se disfarçou de Gautama e teve relações com sua esposa. Quando Gautama descobriu, ele ficou furioso e resolveu amaldiçoar Indra com mil vaginas espalhadas sobre seu corpo.
Indra então completamente coberto de sangue, e não porque ele estava ferido, mas sim pela menstruação que saia das mil vaginas. Os deuses, repelidos pela menstruação de corpo inteiro de Indra, desfizeram a madição, transformando as mil vaginas em mil olhos, que deu a Indra seu título oficial como Deus de mil olhos.
2 – Maximon, santo bêbado
catolicismo tem santo padroeiro para muitas coisas, e aqui na América do Sul nós podemos encontrar alguns santos que pouca gente conhece. Na Guatemala, por exemplo, existe um santo chamado Maximon, que é um santo bêbado e fumante. Vaticano não aprova católicos que rezam para esse santo, mas não podem impedi-los. Mas então, que é que torna esse santo desagradável para a igreja, mas cativante para as pessoas?
Sua origem que deixa os católicos da Guatemala tão simpatizados. A história conta que um dia, quando todos os outros homens estavam fora da cidade, trabalhando nos campos, Maximon fez a única coisa lógica que poderia acontecer, ele teve relações sexuais com todas as mulheres da cidade em apenas um dia. Os maridos ficaram enfurecidos e cortaram as mãos e pés de Maximon, que depois, de algum jeito virou um deus.
Hoje em dia, veneradores de Maximon consideram como um santo da fertilidade, a potência sexual masculina. Eles montam santuários para Maximon, que geralmente caracterizam como um homem baixo (devido a amputação de suas mãos e pernas) de bigode e chapéu, com um grande charuto na boca e rodeado por bebidas, dinheiro e frutas.
3 – Príapo, um deus grego com pênis amaldiçoado
A arte grega antiga costumava retratar os heróis com um pênis pequeno, bonito e cuidadosamente escondidos, mas essa regra acabou a partir do momento que começaram a falar sobre deus grego Príapo, que foi retrato em algumas obras de arte.
Príapo era filho de afrodite e a lenda diz que a rainha dos deuses, Hera, estava com ciúmes da beleza superior de Afrodite. Então, Hera amaldiçoou filho de Afrodite para nascer com um enorme pênis (como se isso fosse maldição). A pênis de Príapo ofendeu os deuses gregos, que expulsaram do Monte Olimpio e mandarma para a Terra, dizendo que pessoas que nasceram com características de cavalos tinham que viver em harmonia com a natureza.
4 -Enki, deus que ejaculou no universo
A humanidade aprendeu rapidamente que existe uma ligação entre sexo e criação, mas ninguém expressou isso de forma mais literal que os sumérios, cujo deus Enki criou mundo inteiro em uma sessão de masturbação. Depois de literalmente ter ejaculado no universo, Enki foi até oriente médio, cavou dois buracos no chão e colocou seu sêmen, criando os rios Tigres e Eufrates, que formavam berço da civilização. Seu sêmen criou as primeiras plantas e as primeiras pessoas.
5 – Inuvayla’u e seu pênis de serpente
povo das ilhas Trobriando, em Papua, Nova Guiné, tem uma dança tradicional para uma lenda, chamada de lenda de Inuvayla’u. Ele era um líder do clã local, que foi abençoado com um enorme pênis que podia se mover como uma cobra, e como tal, ele tinha alguns poderes. A lenda diz que um de seus poderes era que seu pênis tinha a capacidade de fazer um buraco na parede das casas, e procurar uma vagina para ter relações sexuais.
Eventualmente, as pessoas da cidade ficaram indignados com a situação e a descrição de Inuvayla’u, e encurralaram no rio, onde ele mergulhou e conseguiu fugir. Inuvayla’u ficou tão envergonhado das coisas que tinha feito que cortou seu próprio pênis com um machado e espalhou os pedaços ao redor da floresta, antes de ir para um exílio. Ele voltou para a sua aldeia depois de muito tempo, e ensinou a todos uma música e uma dança sobre a sua vida.
6 – As vaginas do povo Mehináku
Essa talvez seja um dos casos que dificilmente alguém poderia acreditar, mas a lenda existe. E de acordo com a tribo Mehináku, as vaginas de todas as mulheres da tribo se separam do corpo a noite e vão passear ao redor da aldeia a procura de comida. As pessoas dizem que se você acordar a noite e encontrar sua dispensa sendo invadida, com certeza você vai se deparar com uma vagina.
Uma história diz que uma homem uma vez acordou no meio da noite e encontrou uma vagina comendo as sobras da sua comida, ele queimou a vagina e correu de volta para sua dona, que acordou agonizando de dor. Bom, dificilmente as pessoas acreditam nessa história, mas os Mehináku acreditam.

veja também: http://gotosexsites.com/contos/minha-primeira-experiencia-lesbica/

Minha primeira experiência lésbica

Já havia tido fantasias – secretas, e nunca contadas a ninguém – com mulheres. Essas fantasias são muito mais frequentes quando eu me masturbo. Deito-me na cama com as pernas abertas, e começo a tocar no meu grelinho. Com a outra mão acaricio meu seio, e viajo nas minhas imaginações secretas. Começo a imaginar que uma mulher está ali na minha frente, chupando todo meu clitóris, e meu gozo é fácil e intenso. Também já cultivei a fantasia de estar numa piscina, num dia de sol, com várias mulheres. E que de repente todas começavam a colocar-se em top-less, e depois umas começavam a beijar às outras e a chupá-las.

Nunca havia pensado em realizar tais fantasias. Achava que uma experiência lésbica seria algo íntimo, só meu, apenas no imaginário, utilizado para quando quisesse dar uma boa gozada.

O Interesse

Já fui cantada por algumas mulheres, mas nenhuma delas me agradava. Uma era demasiado gorda, e a outra era demasiado masculina. Descobri que, apesar de não ser muito exigente em relação aos homens com quem dormia, com as mulheres acontecia completamente ao contrário: ela devia ser bela e sedutora.
Frequentei algumas casas gls, com um amigo gay.

Ele ficou beijando na boca de um homem lindo e musculado que encontrou por lá, e eu fiquei sozinha no meu canto. Também me excito ao ver um homem beijando outro, apesar de não utilizar esse pensamento para ficar excitada enquanto me masturbo.
Conheci algumas mulheres, também nada interessantes. Uma tinha idade para ser minha mãe, e minha mente bloqueou. Foi então que conheci a Priscila, mais ou menos jeitosinha, um pouquinho machão demais para meu gosto, mas mesmo assim era mais feminina do que aquelas que eu tinha encontrado por lá.

Ela quis saber motivo de eu querer uma mulher mais feminina, já que eu já era assim. Eu respondi: Não me leve a mal, por favor. Mas se for para sair com uma mulher fantasiada de homem, prefiro estar com um homem de verdade.” Contei que tinha fantasias com outras mulheres, mas que não sabia se já estaria preparada. Trocamos números de telefone, e um dia marcamos de sair. Ela levou-me num bar gls. Aqui a gente até pode se beijar, se quiser.” – ela disse me olhando nos olhos. Mas eu bloqueei e não consegui.

As Desculpas

Pedi desculpas e nunca mais nos encontramos.
Quando já nem mais imaginava que algo do género iria acontecer novamente, conheci a Sandra, no ginásio onde faço musculação. Ela é completamente feminina, tem cabelo escuro, geralmente amarrado, cintura fina, bumbum empinado, peitos ligeiramente médios. Fazíamos mesmo programa de pesos, então um dia ela puxou conversa. Nada demais… Apenas falamos sobre os programas que estávamos fazendo, sobre os horários que costumávamos ir, nada mais profundo que isso. Eu nunca tinha encontrado ela antes por lá, e ela dizia que frequentava ginásio já tinha um ano, mas que costumava ir mais tarde, para a aula de localizada, e depois ficava para a musculação, até quase na hora do ginásio fechar. Eu disse-lhe que apenas ia às 19h, pois era tempo suficiente de sair do trabalho, arrumar algumas coisas em casa e ir malhar.
Não sei se foi propositadamente que ela mudou de horário, mas eu sei que comecei a vê-la todos os dias, e conversávamos sempre animadamente. Depois íamos para duche. Uma das portas do duche tinha problemas, e as outras estavam ocupadas. Sem qualquer tipo de pudor, despi-me e tomei banho, e notei que ela me observava. Mas podia ser apenas alguma coisa da minha cabeça, então nem fiquei pensando muito naquilo.

Ela ficou esperando eu acabar meu banho, porque também queria tomar seu duche ali. Pediu que eu esperasse, que ela me dava boleia para casa. Ela despiu-se e seu corpo bem feito ficou ali, nu, na minha frente. Ela ensaboava-se toda, e ficava esparramando espuma por toda a cona, de forma exagerada. Empresta-me seu condicionador?” – ela pediu, e, quando entreguei frasco, ela acariciou as suas mãos molhadas do banho nas minhas. Ficou me olhando de forma insinuadora, mas ao mesmo tempo muito natural.
Quando ela me deixou em casa, fomos nos despedir e seu beijo tocou no canto da minha boca.
A partir de então, era sempre a mesma coisa, todos os dias. Talvez por eu ter falado tanto dos namorados que eu havia tido, ela nunca tinha tomado qualquer iniciativa clara, e eu até pensei que talvez fosse mesmo ilusão da minha cabeça.


Duas semanas depois era show da Madonna, em Lisboa. Como duas fanáticas, decidíamos que não poderíamos perder. Foi uma dificuldade conseguir os ingressos, mas ela depois ligou-me, dizendo que tinha conseguido os últimos dois, e que então iríamos. Mas depois eu disse-lhe que talvez seria melhor ela convidar uma outra pessoa, porque ficaria muito tarde depois para voltar. Não tem problema.” – ela disse. Eu estou com as chaves do apartamento do meu irmão, que é lá em Lisboa. Ele está na França agora, e deixou-me apartamento, para que eu tentasse arrendá-lo, mas eu primeiro tenho que trazer umas coisas pessoais dele que ainda lá estão. Fazemos assim: dormimos no apartamento dele e voltamos depois do almoço, tudo bem?”
Estava lotado, que fez com que ficássemos muito encostadas uma na outra. Sua pele era macia e bem cuidada. Saímos de lá abraçadas, a cantarolar Like a Virgin”. Essa mulher é máximo, não é? Com uma idade daquelas, e ainda tão cheia de energia!” – ela me dizia, e eu concordava.
Paramos para beber num barzinho, mas ela não bebeu muito, pois iria conduzir, e depois fomos para tal apartamento.
Estava escuro e frio, mas era um apartamento simpático. Encaminhou-me até quarto do irmão. Era um quarto de homem comum e solteiro, um pouco desorganizado e com um calendário de mulher pelada na parede.
– Acho que já nos divertimos imenso essa noite. É melhor irmos dormir… – ela disse.
Deitei-me na cama, e ela perguntou: Vais dormir assim?” Eu disse que sim, pois havia me esquecido de levar roupa de dormir, mas que não havia problema, pois tanto a blusa que eu vestia, quanto a calça, eram de um tecido confortável.
– Não, não vais não. Acho que ainda deve ter algumas coisas do meu irmão aqui. – foi até armário, que ficava do outro lado da cama, e puxou por uma camisola e jogou-a na minha direcção. – Deve ficar larga, mas é ainda melhor que dormir desse jeito que você está.
Tirei os sapatos e a calça, e vi seu rosto inclinar-se para a minha cuequinha branca, de renda. Não deu para fingir que eu notei seu olhar, e ela então desviou: Onde compraste essa cueca? É tão gira!!! Quero comprar umas iguais.”
Tirei a minha blusa e ela viu os meus seios, maiores que dela, dentro do sutiã. Por um impulso inconsciente, virei de costas para tirá-lo, como se ela nunca tivesse me visto nua no banho.
Enquanto eu vestia aquela camisola, ela arrumava a cama, esticando os lençóis e depois indo buscar um grande edredon. Apesar de ter ligado aquecimento, quarto ainda não estava quente.
Saber que íamos ter que dividir a mesma cama deixava-me um tanto excitada. Mas eu não poderia fazer nada, a não ser que fosse ela a tomar a iniciativa.
Deitei-me de lado, de costas para ela. Dei-lhe boa noite e fingi que estava dormindo. Senti que ela se mexia muito na cama. De repente ouço-a perguntar:
– Carla, está acordada?
Pensei em fingir que estava dormindo, mas acabei por responder com voz de sono:
– Sim, estou…
– É que eu não estou habituada a dormir com roupa, mesmo sendo essa camisola do meu irmão. É que eu sempre dormi nua. Será que você se importa se eu tirar a roupa?
– Não, claro que não… Fique à vontade… – Tremi por dentro, mas brinquei para não demonstrar meu constrangimento: – Faça de conta que você está na sua própria casa…
Ouvi ela se levantar, e vi vulto da camisola que ela tinha jogado para algures do chão do quarto. Não vi se tinha tirado a cueca, pois estava de costas. Mas já devia ter tirado… Nossa, e agora? Ela em poucos instantes estaria nua, bem do meu lado… Quando ela levantou edredon, senti um arrepio, que não era apenas de frio. Ela deitou-se, e eu parecia sentir, mesmo à distância, calor do seu corpo que exalava até ao meu. Tentei não me mexer, mas a verdade era que já não conseguia dormir. Ela não se mexeu muito, e ficou quieta depois de ter me desejado boa noite. Sentia que ela estava atrás de mim, e que não estava com a cabeça virada para outro lado, e que até talvez estivesse me observando, mas não virei para constatar. Ainda pensei em dar uma viradela, como quem não quer nada, mas não fiz.
Passaram muitos minutos. Talvez mais de uma hora. Eu continuava quieta. Fingia que dormia.

Ela também estava quieta, e não se movia muito. Senti de repente que ela mexia no meu cabelo, muito de leve, como que para não me acordar. Fiquei ali sentindo aquela sensação gostosa, aquela excitação, sem mover um só músculo. Mas não aguentei ficar de estátua por muito tempo e, por descuido, acabei me movendo um pouco. Senti sua mão sair do meu cabelo. Ela parecia ter se virado de barriga para cima. Passados mais alguns minutos ela virou-se para mim, e aproximou-se um pouquinho mais. Passou a sua perna direita por cima da minha, e viu que eu não me movia. Depois passou a sua mão por cima dos meus braços, até encontrar os meus seios, por cima da camisola. Todo seu toque era muito leve, mas, mesmo assim, fiquei com medo dos meus seios ficarem com os bicos rijos, ou das minhas pernas ficarem arrepiadas. Um turbilhão de excitação parecia estar dentro de mim, como se meu sangue circulasse em grande velocidade.

A hora H

Dei um longo suspiro, como quem está a ter um sonho muito bom, e ela tirou a perna e a mão de mim. Virei meu corpo para ela, com os olhos fechados, mas depois virei para outro lado novamente, de forma a deixar meu corpo um pouco menos distante do seu. Senti que ela apoiava cotovelo esquerdo no travesseiro, e começou, de forma mais cómoda, a mexer no meu cabelo novamente. Puxou uns fios que estavam dentro da camisola. Depois pegou em todo meu cabelo e segurou-, deixando minha nuca visível. Senti calor da sua boca aproximar-se no meu pescoço, e depois senti um beijo leve. Arrepiei-me, e isso não dava para eu controlar. Ela deve ter percebido, e então começou a dar-me mais beijos no pescoço, agora já mais intensos. Virei-me para ela, e fiz uma cara de surpresa.

Ela olhou-me constrangida, mas não viu reprovação no meu olhar. Sem qualquer palavra, nossas bocas se aproximaram, e nos beijamos. Sua boca era gostosa, sua pele parecia seda, e beijo era intenso, como se nossas bocas combinassem.

Ela passou a mão pela minha cintura e ajudou-me a tirar a camisola. Tirei também a cueca, e estávamos as duas nuas. Nos beijámos cada vez mais encostadas, e nunca tinha sentido que um peito poderia ser tão quente. Nossos seios se encostavam, e só aquela sensação já me dava imenso prazer. Ela desceu a língua pelo meu pescoço, até encontrar meu peito, e ficou chupando, durante um bom tempo, enquanto acariciava outro com sua mão lisa.

Era delicioso sentir sua língua nos biquinhos das minhas mamas, sentir sua boca toda a mamá-lo. Não era arranhada por nenhuma barba, e sua pele era tão delicada que a sensação de prazer era imensa. Demorou bastante tempo, chupando meus dois seios. Depois desceu a língua, deslizando pelo meu corpo, e parou no meu umbigo. Ficou lambendo meu umbigo, e beijando minha barriga… Então ela desceu mais um pouco. Delicadamente, passou a ponta da língua no meu clitóris, e ficou fazendo movimentos muito curtos, passando a língua levemente, de cima para baixo. Depois começou a chupar toda a minha cona, e foi aumentando a intensidade, como se quisesse colocá-la toda na sua boca. Eu estava cada vez mais excitada, e ficava levantando as ancas, fazendo meu clitóris encontrar sua boca.

Ela enfiou a língua na minha cona, e delirei de prazer. Depois ela veio com um dedo e começou a meter na minha cona, enquanto sua língua continuava a acariciar meu clitóris. Logo a seguir meteu outro dedo. Comecei a dançar com aqueles dois dedos dela dentro de mim, seguindo movimentos cada vez mais velozes, até quando não resisti e gozei. Seu sorriso era de contentamento.

Deitou-se ao meu lado e continuamos a nos beijar. Beijei-lhe também os seios, demoradamente. Mamei-os de forma intensa e meiga. Fiz um sinal para que ela viesse por cima de mim, de forma a ficar com as pernas abertas por cima da minha boca. Ela encostou-se na beirada da cama e aproximou sua cona da minha boca. Comecei a apenas deixar a língua levantada, enquanto ela ia rebolando a cona, de forma que a minha língua fosse encostando no seu grelo. Depois ela abaixou-se um pouco, e pude chupá-la deliciosamente. Eu ia colocar um dedinho, mas ela puxou a minha mão, como sinal de que não seria necessário. Começou a masturbar-se, tocando seu dedinho no seu clitóris, enquanto eu ficava lambendo buraquinho da sua rata. Sentou com a cona bem em cima da minha boca, e eu proporcionei-lhe uma grande lambidela. Começou a suspirar, e a rebolar cada vez mais rápido. Soltou um grito, e senti seu melzinho descer pela minha boca.
Deitamos de frente e dormimos abraçadas, nuas e satisfeitas.
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